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Os alquimistas afirmaram que a fórmula
universal contida na Tábua Esmeralda foi a base de toda a
tecnologia espiritual, introduzida 10000 anos atrás, no Egito
antigo.
Esta fórmula consiste em sete operações
sucessivas executadas seja no plano físico, psicológico ou
espiritual.
Uma das ferramentas para nos guiar através
deste processo, usado também pelos alquimistas, são as mandalas.
Esta mandala meditativa foi publicada, pela primeira vez, em
1759, como uma ilustração para o livro Azoth dos Filósofos, pelo
alquimista alemão Basil Valentine.
Esta mandala apresenta o ciclo completo do
processo alquímico, ou como os alquimistas chamavam, ‘A Grande
Obra’.
Nela, também está apresentada a união dos
opostos como o caminho da transformação, que leva à integração
do ser humano. Estes opostos estão simbolizados pelo rei e a
rainha, relacionados aos pensamentos e aos sentimentos. Ela
também envolve os 7 primeiros números místicos.
Inscrito ao redor da mandala está o acróstico
da palavra VITRIOL (Vitríolo) o qual está composto pelas
palavras: ‘Visita Interiora Terra Rectificando Invenies Occultum
Lapidem’, que querem dizer, ‘Visitando o Interior da Terra, em
Purificação, você Descobrirá a Pedra Oculta’.

Na parte central da mandala está o rosto do
alquimista barbudo, prestes a iniciar a grande obra, e é ai onde
o Iniciado coloca sua atenção para começar seu trabalho
meditativo visando integrar o simbolismo ao redor deste centro.
Esta mandala trabalha a integração do ser
humano levando ao encontro com a sua parte divina, libertando-o
das próprias amarras impostas pelo externo e aceitas por ele
mesmo.
O
Piroalquimista |